CULINÁRIA PARA TODOS OS GOSTOS

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GRUPO DE FLORES-FOLHAGENS-JARDINS E VASOS.

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GRUPO DE FLORES-FOLHAGENS-JARDINS E VASOS.

Grupo destinado a como plantar e cuidar de flores-folhagens-jardins e vasos, com fotos e videos para ilustração.

Site: http://culinariagostosa.ning.com
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Última atividade: 10 Nov, 2010

AS MAIS BELA FLORES

ROSAS PARA PRESENTEAR O SEU AMOR


ORQUIDÉAS PARA PRESENTEAR SUA MÃE

ROSAS PARA SUA MÃE E AMIGOS DO CORAÇÃO

Jardins modernos

Jardins policromáticos de bom gosto, portanto, não são os mais fáceis de serem formados. Na verdade, tendema oferecer melhor resultado quando o espaço é amplo. Mas, sem dúvida, se forem bem planejados, o efeito paisagístico pode ser fantástico. Um bom exemplo seriam os chamados jardins ingleses, uma explosão de cores que costuma resultar muito atraente.
Existe um truque que garante resultado certo na formação de jardins policromáticos.
Jardim de cores

Combinando as cores no jardim.
O DISCO DAS CORES
Na hora de escolher as cores para o seu jardim, lembre-se:
Amarelo é vibrante e luminoso
Azul conforta, relaxa e reduz as tensões
Vermelho é excitante e a primeira cor a ser percebida pela visão
Branco transmite suavidade e paz
JARDIM RESIDENCIAL

Todavia, como as combinações (porcentagem usada de cada cor na mistura) são quase infinitas, o terceiro e último raio do Disco, o externo, tenta mostrar as muitas nuances destas combinações.
Agora, que você já conhece um pouco mais sobre a teoria das cores, voltemos ao jardim. Como já vimos em edições anteriores, os jardins podem ser monocromáticos (predomínio de uma única cor) ou policromáticos.
Jardim residenciais

O violeta é resultado da combinação de azul e pink. E o vermelho decorre da combinação de partes iguais de pink e amarelo. No raio intermediário do Disco estão as cores ter-ciárias, que se originam da mistura de uma cor primária com uma secundária. Por exemplo, o amarelo-limão, que decorre da mistura de amarelo e verde.
Residencial jardins

O disco das cores, no fundo, nada mais é que o espectro de cores do arco-íris arranjado de forma circular. No centro do disco estão as cores primárias (amarelo, azul e pink), intercaladas pelas cores ditas secundárias (verde, violeta e vermelho). Estas últimas são chamadas secundárias, por serem resultado da combinação de parte iguais de duas primárias. Assim, o verde é resultado da combinação de partes iguais de amarelo e azul.
Jardins japoneses

Os jardins japoneses são um bom exemplo do esquema de cores complementares diametralmente opostas no Disco. O resultado é um grande impacto visual.
Num jardim de cores análogas, na foto mais à esquerda, se usa o verde e mais duas ou três cores vizinhas entre si no Disco de Cores. O resultado é vivido e brilhante…
OUTRO TIPO DE JARDIM

No jardim não é diferente. Daí a importância de se conhecer alguma coisa sobre o Disco das Cores, base de toda e qualquer combinação de bom gosto, ainda que inconsciente.

Combinação de cores é um problema sério. Um problema com o qual a maioria das pessoas se depara todos os dias, até na hora de se vestir. Dependendo das cores utilizadas, o efeito pode ser suave e repou-sante, atraente e agradável, ou tão chocante que “machuque os olhos”.

O JARDIM DO JEITO QUE VOCÊ GOSTA.
Execução de jardim residenciais, comerciais, clubes, industrias e zona rural. Plantas ornamentais e frutíferas. Vasos rústicos, modernos e de estilo. Adubos orgânicos e Húmus de minhoca. Gramas de todos os tipos (inclusive grama florida). Atendemos em todo o território nacional. Assistência técnica e manutenção.




Fórum de discussão

O cultivo da Salvia azul

O cultivo da Salvia azulNome botanico:Salvia farinacea Benth.Nomes Populares :sálvia-azulFamília :Angiospermae – Família LamiaceaeOrigem:Estados UnidosDescrição:salvia azul - detalhe da florPlanta…Continuar

Iniciado por LIGIA MARIA DE AZEVEDO E SOUZA 7 Maio, 2010.

Flor perene: Lírio da paz

Flor perene: Lírio da pazNome Técnico:Spathiphyllum wallisi RegelNomes Populares :lírio-da-paz, espatifiloFamília :Angiospermae – Família AraceaeOrigem:Originária da América do SulDescrição:Planta…Continuar

Iniciado por LIGIA MARIA DE AZEVEDO E SOUZA 7 Maio, 2010.

Flor perene: Hemerocale ou lírio-de-um-dia

Flor perene: Hemerocale ou lírio-de-um-diaNome botanico:Hemerocallis hybrida L.Nomes Populares :hemerocale, lírio-de-um-diaFamília :Família AspholedaceaeOrigem:Originária da Ásia,…Continuar

Iniciado por LIGIA MARIA DE AZEVEDO E SOUZA 7 Maio, 2010.

Flor perene: Gerânio Hera

Flor perene: Gerânio HeraNome Técnico:Pelargonium peltatum, (L) L’Her.Nomes Populares :Gerânio folha de hera, gerânio pendenteFamília :Família GeraniaceaeOrigem:Originária da África.Descrição:Planta…Continuar

Iniciado por LIGIA MARIA DE AZEVEDO E SOUZA 7 Maio, 2010.

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Comentário de LIGIA MARIA DE AZEVEDO E SOUZA em 19 junho 2010 às 22:24
Flor desconhecida -de Morgana Solto

Comentário de Morgana Solto em 19 junho 2010 às 3:04
Comentário de Ƹ̵̡Ӝ̵̄ƷPaiツjosé♐ d'ツOgunƸ̵̡Ӝ̵̄Ʒ em 10 junho 2010 às 15:28


A flor é a parte das plantas classificadas como angiospérmicas (divisão magnoliophyta) em que se encontram os seus órgãos sexuais.

A função da flor é assegurar a reprodução e ser um atrativo polínico. Depois da fertilização do óvulo, o ovário transforma-se num fruto, que contém as sementes que irão dar origem a novas plantas da mesma espécie.
Comentário de LIGIA MARIA DE AZEVEDO E SOUZA em 8 maio 2010 às 2:07
Begônia alta/ Begonia asa-de-anjo


Begônia alta/ Begonia asa-de-anjo

Nome Técnico:
Begonia coccinea Ruiz

Nomes Populares :
Begônia-alta, begônia-asa-de-anjo

Família :
Família Begoniaceae

Origem:
Originária do Brasil



Descrição:
Planta semi-herbácea, de caule rígido, com rizomas, forma grandes touceiras abertas, repleta de folhas e flores, florida o ano inteiro.

As folhas são grossas, verde-brilhante, onduladas na margem, podendo apresentar pontuações em verde mais claro ou creme.

Flores pequenas, brancas ou avermelhadas em grandes inflorescências pêndulas, muito vistosas.



Modo de Cultivo :
Cultivada a meia sombra e até ao sol, em solo bem drenado e rico em matéria orgânica.

Pode ser controlado seu crescimento com podas, aproveitando-se a ocasião para propagação de mudas de estacas de ramos.

Deve ser cultivada junto a paredes ou muros, junto com outras plantas ou isolada.



Paisagismo:
Muito ornamental, também pode ser cultivada em vasos grandes onde faz um belo efeito.

No exemplo colocamos a foto de um maciço de crotons e begônia-alta com flores brancas.
Comentário de LIGIA MARIA DE AZEVEDO E SOUZA em 8 maio 2010 às 2:05
Cravo de defunto

Nome Técnico:
Tajete patula

Nomes Populares :
Tajete, tagetes, cravo-de-defunto, cravo
Família :
Família Asteraceae

Origem:
Originária do México, cultivada no mundo inteiro.
Descrição:
Planta herbácea de folhas verde escuras de forte odor e flores em capítulos coloridos,a maioria bicolores de amarelo-vivo e vermelho escuro.

Tem ciclo de aproximadamente 5 meses e pode ser cultivada principalmente em bordas de canteiros.



Ambiente e uso decorativo:
Usada como bordadura de canteiros, deve-se cuidar para que a cor de suas flores, muito brilhante, não vá causar uma dose excessiva de coloração com o restante das plantas do canteiro.

Usada com plantas de flores brancas ou arbustos somente verdes, forma excelente opção para jardins pequenos.

Se colocar em vaso como preenchimento, deixar no vasinho ou saco em que vieram,ao terminar seu ciclo poderá sustituir por outra facilmente.



Cultivo:
Local ensolarado, solo rico em matéria orgânica, pode ser adicionado húmus de minhoca para um boa floração.

Tem a tendência à semeadura espontânea.

As formigas não a toleram, então seu plantio junto a roseiras serve também como repelente.

Estudos comprovaram que é uma planta que elimina nematóides do solo.
Seu plantio também em hortas caseiras ajuda a controlar os insetos daninhos, além de enfeitar com seu colorido.

Propagação por sementes em qualquer época do ano.
Comentário de LIGIA MARIA DE AZEVEDO E SOUZA em 8 maio 2010 às 2:03
Sombrinha chinesa

Nome Técnico:
Cyperus alternifolius L.

Nomes Populares :
Sombrinha-chinesa

Família :
Família Cyperaceae

Origem:
Originária da Madagascar


Descrição:

Herbácea perene, rizomatosa de altura variável entre 0,50 e 1,10 m de altura, com hastes eretas e rijas, folhas estreitas juntas no ápice formando uma roseta.

A inflorescência fica no centro da roseta de folhas com muitas flores de tamanho bem pequeno de cor verde-amareladas.

A planta tem rápido crescimento e forma densas touceiras.


Modo de Cultivo :
Necessita de local ensolarado, solo úmido e rico em matéria orgânica.

O plantio não deve ser muito profundo, apenas o suficiente para levemente cobrir os rizomas e dar estabilidade para a planta.

O solo deve receber regas frequentes se não estiver próximo a linha de água do lago.
Abrir uma cova de 0,30 m de profundidade, com largura suficiente para os rizomas e colocar pelo menos 1 litro de adubo animal curtido, misturado com turfa ou composto orgânico, bem misturados.

Acomodar os rizomas, estaquear com bambu, se preciso e cobrir com mais substrato. Regar bem.

Produção da sombrinha-chinesa :

Preparar o substrato com uma mistura de composto orgânico, adubo animal de curral bem curtido e areia, misturando bem.
Separar a touceira com cuidado, preparando a muda com 2 hastes.
Plantar meio a descoberto no substrato e manter a umidade constante, deixando em cultivo protegido até o início do desenvolvimento de outras hastes.

É uma planta procurada principalmente para bordas de laguinhos, em solos úmidos e pantanosos.
Mas o mercado tem também demanda pelas hastes florais e é uma boa opção de produção para vender para floriculturas como verdes de ornamentação de buquês florais.

Para cortar as hastes, usar podão bem afiado e deixar de 1 a 2 cm junto ao rizoma evitando danificá-lo.
A cada corte sempre deixar algumas hastes na touceira, para não causar demasiado estresse na planta.

Adubar com adubo granulado NPK com formulação 10-10-10 dissolvido na água, com uma medida que acompanha a embalagem.
Somente colocar no substrato, que deverá estar úmido.
Comentário de LIGIA MARIA DE AZEVEDO E SOUZA em 8 maio 2010 às 2:01
A Penta

Nome Técnico:
Penta lanceolata

Nomes Populares :
Penta, Estela do Egito

Família :
Família Rubiaceae
Origem:
Originária da África tropical.
Descrição:
É uma planta herbácea perene, até 1,0 m de altura de forma irregular, de folhas verdes ovais acuminadas com nervuras profundas, inseridas opostas uma à outra no caule ereto, flores pequenas em forma de estrela de cinco pontas, reunidas em racemo na ponta dos ramos.

Encontramos nas cores branca, rosa-claro, rosa-forte e vermelha.

Propagação por estacas de ramos em qualquer época do ano ou por sementes.



Ambiente e uso decorativo:
Para renques, entradas de veículos, junto a muros, para conjunto com plantas somente verdes e para vasos, em conjuntos de plantas de mesma necessidade de sol e água.

Excelente para ornamentar sacadas e jardins pequenos.



Cultivo:
É um arbusto de fácil cultivo, necessita de muito sol e solo fértil com composto orgânico e boa drenagem.

Pode ser usada para compor conjuntos com outras plantas.

A propagação é feita por estaquia na primavera, de preferência, quando reinicia seu crescimento.

Pode ser podada para dar um formato mais arredondado, na época em que está quase sem flores.
Comentário de LIGIA MARIA DE AZEVEDO E SOUZA em 8 maio 2010 às 1:59
Cultivo do papiro-anão

Nome Técnico:
Cyperus papyrus ‘Nanus’
Nomes Populares :
Papiro anão, papiro

Família :
Família Cyperaceae

Origem:
Originária da África
Descrição:

Planta semelhante ao papiro verdadeiro (Cyperus papirus), com tamanho menor.
Sua altura fica em torno de 0,60 m de altura e também forma densas touceiras.

Suas hastes são firmes e no topo saem as folhas roseta, curtas, lineares.


Modo de Cultivo :

Para locais ensolarados, à beira de lagos, em terrenos úmidos ou pantanosos.
Muito cultivada atualmente em vasos, devemos observar para não haver consorciá-la com outras plantas que tenham necessidades diferentes de umidade.

Usar substrato rico em matéria orgânica e manter a umidade constante.

Mistura-se adubo animal de curral bem curtido e composto orgânico ou turfa em partes iguais e planta-se a muda sem enterrar muito os rizomas.
Paisagismo

Para bordas de lagos, mas sem estar mergulhado ou parcialmente mergulhado, em vasos com substrato úmido.
E esta planta tem um efeito paisagístico muito bonito, mais leve que o papiro verdadeiro, de maiores dimensões, nem sempre desejáveis e jardins de pequenos espaços.

Poderá ser colocado junto do lago, adicionando-se bromélias e outras plantas de menor porte, formando conjunto harmonioso.


Produção do papiro-anao :

A propagação é feita por divisão de touceiras e a melhor época é na primavera.
Retirar a muda do chão, lavar bem os rizomas e com odão ou faca bem afiada cortar, dividindo a touceira, deixando pelo menos duas hastes em cada porção.
Plantar no substrato já recomendado e manter em cultivo protegido até o início de seu desenvolvimento.

Outro método, não tão usado, mas possível, é fazer a estaquia dos talos, cortando abaixo da roseta de folhas, deixando uns 5 cm de talo, enterrando a seguir em substrato de casca de arroz carbonizada ou areia, mantendo a umidade e cobrindo com plástico.
Quando enraizarem poderão ser transplantados para sacos ou portes de cultivo, continuando em cultivo protegido.

Esta planta tem sido muito usada para a produção de hastes visando abastecer o mercado de verdes para ornamentação de buquês e arranjos florais.
Sua produção neste sentido é uma boa alternativa de mercado e o produtor que dispõe de área na sua propriedade com características de solo inundadável e desaproveitado para outros cultivos poderá ter aí uma fonte de renda extra sem grande mão-de-obra.
Comentário de LIGIA MARIA DE AZEVEDO E SOUZA em 8 maio 2010 às 1:56
A Moréia

Nome Técnico:
Dietes bicoloriSweet
Sin.: Moraea bicolor Steud.

Nomes Populares :
Moréia

Família :
Família Iridaceae
Origem:
Originária da Africa do Sul
Descrição:

Planta herbácea, de altura até quase 1,0 metro, com raízes rizomatosas.
As folhas partem direto do rizoma e formam touceira densa de folhas verde-escuras finas e estreitas, flexíveis.

As flores são de flores pequenas semelhantes à íris, com seis pétalas arredondadas dispostas trâs a três, brancas ou na cor creme com pontuação alaranjada ou marrom escuro no centro, reunidas em pecíolos curtos surgindo de um longo, fino e flexível pendão.
As flores surgem ao longo do ano, mas principalmente no verão.

Pode ser cultivada em quase todo o país, é tolerante ao calor e a baixas temperaturas.


Modo de Cultivo:

Deve ser plantada em canteiros onde possa desenvolver touceira arredondada, mas também fica bem em canteiros junto a grades e muros.
Necessita de sol e solos com bom teor de matéria orgânica, com irrigação regular mas com boa dreangem.

Solo:
Preparar o solo do canteiro revolvendo a terra até uma profundidade de 20 cm, destorroando e retirando restos de raízes.
Adicionar adubo animal de curral bem curtido ou composto orgânico feito com restos vegetais e adubo animal, pois estará completo.

Se o solo for muito argiloso e compactado, a adição de areia é fundamental. Para um metro quadrado de canteiro adicionar 3 a 5 litros de composto completo, revolvendo bem e nivelando a terra.
Usar espaçamento de 0,50 a 1,0 metro em linha para permitir a formação da touceira.

Abrir covas maiores que o torrão da muda, retirá-la do saco plástico procurando não danificar as raízes.
Colocar na cova, chegar terra à muda e apertar de leve para fixar a planta.

Após o plantio de todas as plantas no canteiro, regar.
Pelos próximos dias regar todos os dias em que não chover, depois espaçar as regas.

A moréia é uma planta muito resistente.
O manejo é muito simples, regar quando estiver muito seca a terra e retirar as folhas secas da touceira.
Temos visto muitas morérias aparadas a meia altura, com o corte das pontas das folhas. Prejudica o visual da planta, pois as folhas cortadas não se recuperam. Para arejar uma touceira antiga e revitalizá-la, usa-se luvas, pois a borda das folhas é cortante.
Com uma tesoura de jardim corta-se a folha dentro da touceira quase junto ao rizoma.

Primeiro as folhas secas, depois algumas mais velhas, para arejar.
Adicionar composto orgânico completo ou adubo granulado NPK formulação 10-10-10, incorporando-o no solo junto da planta regando a seguir.

Paisagismo:
flor da moreia - dietes bicolor


Muito usada no paisagismo urbano em extensos canteiros, esta planta tem sido, junto com os buxinhos, um elemento sempre presente nos jardins.
Difícil achar jardins empresariais e condominiais onde não esteja fazendo bordadura de muros e entradas.

Seu manejo simples e a beleza de extensos canteiros com as pequenas flores é um atrativo à disseminação de seu uso.


Cultivo comercial e Propagação do Dietes
Para produzir moréias, o método mais usado é a separação de touceiras.
Retirando toda a planta do solo, lavar as raízes, expondo os rizomas.
Com um tesoura ou faca afiada bem limpa cortar um pedaço de 4 a 6 cm do rizoma, deixando as folhas junto.

Se for no verão, o corte da metade das folhas poderá garantir a menor perda de água.
Quando a muda crescer estas folhas deverão ser retiradas para melhor apresentação.
Colocar o rizoma em substrato misto de adubo animal de curral curtido e composto orgânico, regando a seguir.

Deixar em cultivo protegido com sombra a 50%, regar frequente para manter a umidade, depois espaçar as regas.

Quando a muda estiver pegada, levar para o exterior com sol em comunidade, separando as de flores brancas das amarelas para melhor contagem dos indivíduos.
São comercializadas pelo tamanho da touceira, classificadas em pequena, média e grande.
É uma planta excelente para produção pois tem colocação imediata no mercado
Comentário de LIGIA MARIA DE AZEVEDO E SOUZA em 8 maio 2010 às 1:52
Losna - a planta medicinal

Nome Técnico:
Artemisia absinthum
Nomes Populares :
Losna, artemisia

Família :
Família Asteraceaea

Origem:
Originária da África



Descrição:
Planta semi arbustiva de folhas recortadas cor verde-prata.
É considerada medicinal e dela era feito o famoso licor de absinto.



Ambiente e uso decorativo:
Faz excelente composição com crotons e outras plantas arbustivas floridas.



Solo:
Aprecia locais ensolarados e não é exigente em fertilidade do solo.
 

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